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“Navegar é preciso, viver não é preciso!”

Atualizado: 26 de abr.




Dita pelo general romano Pompeu, por volta do ano 70 AC, essa frase indica a importância da precisão e da exatidão nas navegações, em contraste com a imprevisibilidade da vida, sempre tão cheia de surpresas. E ainda hoje, mais de dois mil anos depois, ela ecoa romântica, misteriosa e desafiadora no imaginário aventureiro dos navegadores. Nesse tempo muita coisa mudou, mas a exatidão e o emprego da inteligência continuam acompanhando, de forma inalienável, a evolução da ciência e arte da navegação.


A vida continua imprecisa. Mas navegar, hoje, é mais que preciso, mais que exato. É também prático, seguro, confortável e acessível, podendo, em alguns casos, ser muito sofisticado.  E foi em nome da praticidade e sofisticação que Jorge Ghinis, um empresário amante das águas, desenvolveu o projeto de um barco que permite transportar em seu interior um jet ski, de forma prática, segura e elegante.


Jorge explica que o jet ski tornou-se um importante acessório complementar para os amantes da navegação. Assim como a motocicleta em terra, o jet ski oferece praticidade, rapidez e economia nos deslocamentos aquáticos. Contudo, para o proprietário de um barco de pequeno ou médio porte, transportar um “jet” é muito trabalhoso; quase impossível.


Mas, para a tecnologia náutica, o impossível é apenas o começo de um novo desafio. Assim Jorge estudou o problema sob vários aspectos e desenvolveu o projeto de Suportes Articulados de Motores. Trata-se de dispositivos que permitem deslocar lateralmente os motores, deixando livre a popa da embarcação e facilitando o acesso ao convés. 


Jorge percebeu a importância dessa solução inovadora para o mercado de embarcações de pequeno e médio porte. A ideia evoluiu e ganhou o status de “invenção”, ao ser   patenteada em nível mundial, pelo Dr. Jefferson C. Oliveira, diretor da BRAXIL, empresa especializada em registro de marcas e patentes, no Brasil e no exterior.


Com a patente garantida, o empresário somou a experiência náutica ao seu espírito visionário e empreendedor e tratou de transformar a invenção em um negócio promissor. Para isso contratou a empresa australiana B&G YACHTS DESIGN para desenvolver o projeto de uma lancha de 33 pés, que levasse na bagagem, nada menos que um jet ski.

A execução do projeto ficou a cargo de uma empresa holandesa, especialista em trabalhos dessa natureza. E foi na oficina dessa empresa que o novo conceito de lancha foi estruturado, ganhando um compartimento onde um jet ski é acomodado com toda segurança, protegido por uma elegante tampa basculante, movimentada automaticamente. Da mesma forma, a embarcação ganhou uma trilha de roletes que permite, com o mínimo esforço, o embarque da moto aquática.

Muito Feliz com o resultado do trabalho e entusiasmado com as possibilidades mercadológicas de seu invento, Jorge Ghinis busca parceiros investidores para a produção, em série, dessa e nova sofisticação para a indústria náutica. O empresário destaca que, além de ser um excelente e promissor negócio, o valor investido pode ser utilizado para se conseguir o Startup VISA, em Portugal ou para obtenção do visto modelo E2, nos Estados Unidos.


Tudo isso porque “navegar é preciso...”!

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